Na assembleia realizada na manhã do dia 10 de abril, no distrito Uninorte, pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba com os trabalhadores da Marafon, a diretoria do Sindicato foi surpreendida por um ataque do diretor da empresa que bruscamente com um caminhão bateu no carro da entidade.
De acordo com Wagner da Silveira, Juca, secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba, foi uma atitude desrespeitosa não só com o Sindicato, mas também com os trabalhadores. “Temos o direito estabelecido na Convenção Coletiva da Categoria em realizar assembleias nas portas das fábricas”, destacou.
Os problemas apresentados pelos funcionários referem-se a situações que estão vivendo no ambiente de trabalho, recebendo diversas advertências, como por exemplo, pela demora em ir ao banheiro.
A empresa também não pagou o PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados) total e vem criando categorias na função para os funcionários, o que dificulta o crescimento dos trabalhadores na empresa.
O Sindicato já notificou a empresa e irá pedir ao Ministério do Trabalho a verificação de todas as irregularidades.
A polícia também foi chamada para a realização de um boletim de ocorrência.
Segundo José Florêncio da Silva, Bahia, presidente em exercício do Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba, “o Sindicato estará sempre na luta pelos direitos dos trabalhadores. Não vamos aceitar que o trabalhador seja desrespeitado”, comentou.















