
A segunda etapa de ampliação da avenida Higienópolis será entregue, oficialmente, na próxima segunda-feira.
O último trecho trabalhado é o das proximidades das ruas Paulo Ferreira de Camargo e José Vicente Pedreira, que ainda não está liberado ao trânsito.
A extensão e duplicação da avenida, desde a rua Jacques de Andrade até a rua Santa Catarina, com 1 km de extensão, ampliará o corredor já existente da avenida para 2,5 km no total.
A solenidade de abertura ocorrerá às 18h, com a presença do prefeito Gabriel Ferrato (PSDB).
O último trecho a ser liberado recebe intervenções relacionadas a sinalização, instalação de semáforos e iluminação.
A avenida entre a rua Luiz Razera e a avenida Santa Catarina já estava liberada para o trânsito.
A obra irá contribuir para melhorar a fluidez do tráfego nas avenidas Dr. Paulo de Moraes, Independência, Alberto Vollet Sachs e Luciano Guidotti.
Passam pelo local aproximadamente 6.000 veículos/dia.
“Após a ampliação, o fluxo deve atingir 8.000/dia”, informou a prefeitura.
O investimento municipal é de R$ 2,2 milhões — sendo R$ 1,8 milhão, mais R$ 400 mil de aditamento.
As obras deste trecho tiveram início em dezembro do ano passado.
Em julho, o JP noticiou que os trabalhos estavam paralisados.
A prefeitura abriu licitação de R$ 975 mil para a retirada de 10 mil toneladas de resíduos derivados de um antigo descarte irregular detectado no solo de uma extinta linha férrea no local.
No final de outubro, o prefeito visitou as obras da Higienópolis e também da avenida Centenário, com conclusão também prevista para este mês.
Na Centenário, as adequações começaram em janeiro de 2014 e faltavam apenas melhorias dos trechos de início e fim da via.
Na ocasião, Ferrato afirmou que a prefeitura irá ainda licitar a extensão da Higienópolis até a avenida Rio das Pedras.
“Uma parte será nossa e outra dos empreendedores dali. Aí então deve seguir até a avenida Pompeia, mas neste momento não dá para fazer”, afirmou.
Moradora da rua José Vicente Pedreira, a manicure Cibele Mendes, 42, acredita que as obras vão melhorar, de fato, a fluidez do trânsito, mas há preocupação com maior movimento de veículos no local.
“Era uma rua sossegada e meu filho brincava quando era criança. Agora não dá mais”, relatou.
Também morador da rua, o aposentado José Batista Mendes, 62, ressaltou que a duplicação no local diminuirá o número de acidentes registrados nas proximidades.
Para o carpinteiro Ivo Batista de Lima, 41, que todos os dias espera ônibus no local para ir ao TCI (Terminal Central de Integração), a fluidez do trânsito vai facilitar o seu trajeto.
















