Com faixas e cartazes, com dizeres de súplica pelo pagamento das verbas rescisórias, os ex-trabalhadores do Grupo Dedini paralisaram (17/01) as atividades da empresa situada na Vila Rezende. O ato foi organizado pelos próprios ex-trabalhadores e contou com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Piracicaba.
Durante o período da manhã, uma comissão de trabalhadores e diretores do Sindicato se reuniu com representantes da empresa, mas como não houve acordo, os ex-trabalhadores se dirigiram à unidade da Vila Rezende e paralisaram as atividades. Os ex-trabalhadores também em forma de protesto, almoçaram no restaurante da empresa.
Todos os ex- trabalhadores estão sem receber os direitos trabalhistas, e a grande maioria dos funcionários demitidos ainda estão sem emprego. Muitos enfrentam sérias dificuldades econômicas, com contas de água, luz, telefone, financiamentos, dentre outros em atrasos.
Ao final da tarde, após um dia de protesto, uma nova proposta foi apresentada pelos representantes da Dedini. Caso a empresa não cumpra o acordo novas paralisações irão ocorrer.
A polícia militar acompanhou o ato, mas não houve registros de tumultos.




























